Valdir Rocha

Valdir Rocha – ator da Verve e bancário

Atualmente estou lendo um livro chamado “Modernidade Líquida”, de um sociólogo contemporâneo chamado Zygmunt Bauman. O livro trata da insípida e fluente era de mudanças dos dias atuais. Esta premissa também é retomada em outros títulos: “Medo Líquido”, “Vida Líquida”, “Tempos Líquidos”, “Amor Líquido”. É indicado para quem gosta de ampliar horizontes. Com relação a livros imperdíveis, sugiro “Lavoura Arcaica”, do escritor Raduan Nassar, e como extensão, a adaptação do mesmo para o cinema. Na literatura tornou-se um mosaico de palavras e, nas telas, um mosaico de imagens.


Estou redescobrindo o músico Peter Gabriel, remanescente da lendária banda Genesis. O cara realmente sabe construir uma música de nuances poéticas. Mas também indico a despretensiosa banda sueca Razorlight. Som gostoso e de bom gosto.

No cenário nacional, só penso em uma coisa: cadê os experimentalistas? Chega de cinema brasileiro com cara de novela das oito! Abaixo as pomposas produções! Chega de teatro sem pesquisa! Gostaria de ver os grupos se arriscarem mais, mesmo que errem mais. Chega de banda de rock com o mesmo arranjo! Quero de volta a “geração coca-cola”, sou “cabeça-dinossauro”. Chega de dança que defende o movimento pelo movimento! O trabalho tem que pulsar conteúdo. Aliás, não importa que seja dança, música, literatura, teatro, artes plásticas ou cinema, mas que me faça pensar, ou simplesmente sentir.

 


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Metrópole Revista
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Revista de variedades.

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