Marco Antonio Faccione Berbel

Marco Antonio Faccione Berbel - Filósofo, Professor Universitário, Coordenador de Pesquisa e Extensão da Unicampo.

Marco Antonio Faccione Berbel – Filósofo, Professor Universitário, Coordenador de Pesquisa e Extensão da Unicampo.

Falar em poucas palavras de livros, música e cinema é uma tarefa ingrata para quem acredita que elas são partes de si mesmo. O último livro de literatura que me impressionou foi “Como me tornei estúpido”, de Martin Page. É uma crítica bem-humorada e mordaz do modo de vida moderno. O seu protagonista, Antoine, reconhece que o seu espírito crítico e inteligência são a causa de sua infelicidade e decide tornar-se estúpido, adequando-se ao padrão de vida da sociedade de consumo atual.

Entre os livros que considero fundamentais, estão os de Filosofia, sejam os clássicos Platão ou Aristóteles, ou autores contemporâneos: “Dialética do Esclarecimento”, de Adorno e Horkheimer e “Cultura de Massas no Século XX – Volume 1: Neurose”, de Edgar Morin.

Um filme que me surpreendeu muito foi “Sr. Ninguém”, do diretor Jaco Van Dormael. Entre os filmes que fazem parte da minha vida: “Clube da Luta”, “Matrix”, “Edukators”, “Fim de Caso”, “Alta Fidelidade”, “O Sétimo Selo” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”.

A música para trabalhar é o jazz, com Miles Davis, John Coltrane, Dizzy Gillespie, Herbie Hancock, etc. Para ficar em casa e me divertir, o rock’n roll,  do clássico – Beatles, Led Zeppelin, James Gang, Jimi Hendrix, Cactus – ao contemporâneo – Radiohead, Black Rebel Motorcycle Club, Interpol, Kaiser Chiefs, Franz Ferdinand.


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Metrópole Revista
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Revista de variedades.

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