José Hilton Araújo

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José-HiltonJosé Hilton Araújo, 46 anos, professor universitário

Acho que todos são livres para ouvir e apreciar qualquer estilo musical, não devemos ser monoculturais em relação a isso. Atualmente estou ouvindo mais músicas clássicas, como do The Velvet Underground, Cream, Jefferson Airplane, Pink Floyd, Led Zeppelin e algumas de grupos novos, como O Teatro Mágico, Bonobo, Keaton Henson, Tame Impala, Coldplay, entre outros.

O último livro que li foi “A Cabana”, de William P. Young, um best-seller que vendeu milhões de exemplares em todo mundo. O livro tem um pouco de suspense, um ar policial, de mistério. No entanto, achei a leitura cansativa, entediante, não recomendo. Mas acho que as pessoas devem tomar suas próprias decisões e decidir o que pensar sobre ele, por isso, se tiver interesse em ler, que o façam. No momento estou lendo o livro “Floriano, o Marechal Implacável”, de J. Natale Netto, sobre a história do 2º Presidente da República do Brasil. Também estão na sequência para ler os livros “1984”, de George Orwell, e “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, dois livros emblemáticos, que marcaram gerações.

Em relação a filmes, prefiro ver os do gênero de terror, drama, ação, suspense e ficção científica. Um dos filmes marcantes que assisti foi “Blade Runner, o Caçador de Andróides”, de 1982, dirigido por Ridley Scott, com Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young e Daryl Hannah. Um filme espetacular, que nos leva a refletir sobre o mundo e o progresso, com uma estética e uma história onde os humanos se tornam desumanos e os robôs replicantes, cada vez mais humanos, tudo isso aliado a uma trilha sonora linda, em um filme com um aspecto noir. Um que indico para os jovens que desejam realizar seus sonhos e imaginar um mundo melhor é “O Céu de Outubro”, de 1999, dirigido por Joe Johnston, com Jake Gyllenhaal. Outro filme marcante é “Ensina-me a viver” (Harold and Maulde), de 1971, dirigido por Hal Ashby, com Ruth Gordon e Bud Cort. É um filme hilário e ao mesmo tempo comovente, que descreve a relação entre um jovem e uma mulher de 79 anos. Dos filmes atuais, gostei de “Oblivion”, com Tom Cruise, de ficção científica, sobre novas tecnologias, o que me atrai, mas a maioria dos filmes atuais é apenas diversão, nada mais aprofundado.

Qualquer forma de arte é sempre bem vinda, independente qual seja. Infelizmente moramos em uma cidade média, onde temos poucas opções de diversão. Temos teatro na cidade e isso é muito bom para nossa cultura. Indico e sempre que posso vou às apresentações. Sinto falta de museus, por isso, quando viajo a trabalho ou passeio, sempre visito os que posso, como em São Paulo, na América Latina ou na Europa.

 


Sobre o Autor

Renato J. Lopes
Renato J. Lopes



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