A noite é pop

Eles resolveram inovar e abrir um novo espaço para quem gosta de curtir a noite. Menos sertanejo e mais pop-rock, mas sempre atendendo a preferência do público de Campo Mourão e região. Foi assim que em 2011 a casa recebeu grandes nomes do show business nacional, como a banda Paralamas do Sucesso, Frejat, Léo e Giba, Diogo Portugal, Conrado e Aleksandro, Guilherme Arantes, Banda Cachorro Grande, Inimigos da HP, entre outros.  Miécio Tezelli, Henrique Fabri, Rafael Ramos e Leandro Trevisan comandam, no Espaço Unique, 8 funcionários e mais 30 colaboradores que trabalham em seus eventos e, com menos de um ano de funcionamento, já ampliaram os serviços e estão finalizando o projeto do Unique Lounge Bar, que será um Bar/Restaurante e Lounge, atendendo ora em eventos integrados ao espaço de shows, ora funcionando em separado e independente.

 Os sócios lembram que quando investiram na implantação do espaço tinham em vista oferecer um espaço de shows de qualidade, como nos grandes centros, trazendo benefícios para Campo Mourão e região, com eventos diferentes, saindo da rotina e do rótulo de apenas o ritmo do sertanejo. O público, de maneira geral, recebeu muito bem a iniciativa e tem marcado presença e prestigiado os shows e outros eventos realizados. Miécio Tezelli diz que “apesar de não haver uma faixa etária que mais freqüenta a casa, um dos nossos méritos, devido às nossas atrações e qualidade dos serviços, foi ter atraído para a nossa casa, os casais mais velhos, que normalmente não estavam saindo na noite de Campo Mourão”.

Ainda segundo Miécio, a preferência do público ainda continua sendo o sertanejo e isso se reflete no show de maior público realizado no Espaço Unique, que foi Conrado e Aleksandro. “Eles nem estouraram nacionalmente e já receberam público maior que uma banda com 25 anos de sucesso, como o Paralamas do Sucesso, que, por sua vez, apresentou maior renda”.

 Aliás, a presença de alguns grupos mais antigos que ainda fazem sucesso, que foi um dos diferenciais do primeiro ano da casa, tem a ver com o público, o gosto musical dos donos e o custo de mercado de cada artista, afirma o empresário.  “Um pouco da decisão de contratar shows deste porte e gênero foi com o objetivo de trazer algo diferente do sertanejo. E, dentre os sócios, devo confessar, nenhum é fã do sertanejo. Isso também influencia um pouco nas nossas escolhas. E o fator custo também ajudou, pois os shows sertanejos estão muito caros e o pop-rock, por sua vez, está com preços mais baixos”, justifica.

 

Fotos: Valmir de Lara


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