Proficiência fubanga e Bananalidades jocosas

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Ó Deus, quebra-lhes os dentes nas suas boca; arranca, Senhor, os queixais aos filhos dos leões. (Salmos 58:6)

            O Pensamento critico Patavínico das elucubrações sócio – semânticas contidas na metalinguagem capciosa dos pensadores gordonamentais, assemelha-se ao processo chicanista de inclusão rebolsônica para as vitimas das malfeitorias dos amicusmeu com o erário público.  

 “Eu vim para confundir, não para explicar!” Pra bom entendedor meia palavra – Bosta!

velho-zancaO abuso de prosopopéia é manifestação explicita de anfibologia parlapatórica. Ex: “Retirar o filhote de eqüino da precipitação pluviométrica. (Tirar o cavalinho da chuva)”; através da embromatologia foi demonstrada a ocorrência de contaminação patogênica ao consumirmos dados oficiosos do Politbürro.gov.br. Possuindo  imunoratiociniu pode-se matutar uma forma de literatura atávica contra a nova ordem.Não temas minha donzela - Nossa sorte nessa guerra/ Eles são muitos – Mas não podem voar… (Ednardo)

Todavia, importa dizer que este livro é escrito com pachorra, com a pachorra de um homem já desafrontado da brevidade do século, obra supinamente filosófica, de uma filosofia desigual, agora austera, logo brincalhona, coisa que não edifica nem destrói, não inflama nem regala, e é, todavia mais do que passatempo e menos do que apostolado.” (Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis)

“Não tem porque interpretar um poema. O poema já é uma interpretação” – Mário Quintana.

O gentílico Bananeirense vivente no clima de brejo de altitude gozou fartamente antes de derribar com a praga do cerococus paraibensis, restando apenas o fumo para amenizar a situação. Apertura tribulenta sentiu alguns varões comunais ao perder o domínio sobre Solânia, onde ocorrem tertúlias anuais dos Pintos – Maior convergência pândega de Pintos do País.

“Não há carne sem osso e farinha sem caroço!” Desosso, mas não desmistifico, pois não é um logro!

  • Bananeirense não é o cabra abstido de melhor denominação, proveniente da República Federativa das Bananas, mas o que nasceu em cidade da PB – NE – BR.
  • Viver em clima de Brejo de Altitude não é figura de linguagem, para quem quer se fazer de potência, mas continua na lama, como o BR no cenário econômico internacional. Brejo de altitude é uma denominação de condições geológicas e climáticas com características diversas do semi-árido, mesmo estando tão perto deste. Não é delirium tremens, na Depressão Sertaneja existe lugar de clima ameno, verde e chuva. (Viajandão só na Lombo de Jegue Travel. Pacotes turísticos exclusivos!)
  • A farta gozada e a praga do cerococus paraibensis não insinua a ocorrência de “mega furunfada” e erupção de doença venérea. A fartura foi econômica com o ciclo do Café na região que em determinada época foi a segunda mais produtiva do NE. E a praga é o fungo que dizimou as plantações de café, sobrando à cultura do fumo, cana, arroz e sisal para garantir alguns caraminguás.
  • Solânia a terra dos Pintos: Quem gosta de ver muito Pinto junto, vai à Festa dos Pintos. Emancipado o distrito de Solânia, famílias foram divididas, uma delas foi a que realiza anualmente a Festa da Família Pinto.  Sem bandalheira arcoirizante, só alegria intrafamiliar!

… Vai fala: E Eu Queco cãowilsô? Primeiro você me azucrina/ Me entorta a cabeça /Me bota na boca/ Um gosto amargo de fel…” Não é propaganda institucional, é escapismo culto vilipendioso, é como manifestação de protesto bem humorada – Festa do pinto no lixo, só serve pra desopilar o “figo”, não é pra resolver, é só pra fazer uma “grita” e reunir a galera!

Simples e suave coisa —- Suave coisa nenhuma. — Que em mim amadurece— Secos e Molhados

“Evite acidentes, faça de propósito!” Campanha contra a Irreverência Irrelevante!

Diário do Brejo: “A sua Cidade esta Aqui!”. Mais de 5.000 cidades no mesmo cyber – buraco.

Manchete: “Beba Água e Melhore Seu Raciocínio” Cientistas provam que hidratar as células neuronais… Nordestino tem que agüentar cada coisa, e isso foi publicado por conterrâneo. Quanto mais na seca, mais burro o sujeito fica!  Você conhece a folha da Coccoloba? Pesquisa vai!

Essa era pra ir fundo! No fundo, no fundo, no fundo ia sobrar no c.. do Raimundo! Enterrando de vez, com a ajuda do Barão de Itararé: “Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo…”.

Sugestão de Leitura:
Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis http://www.fuvest.br/download/livros/brascubas.pdf


Sobre o Autor

Velho Zanca
Velho Zanca

Sapateiro amador - MBA em Meia-sola pela Nail Box Sculeichow of Salta oLeit pCity - Utah bãm. Nasceu em Buiaquinho Coxado. Quando menino e abestado caiu em rio que tem piranha! (PS.: Não sabia nadar de costas). Viveu anos boiando por aí, engolindo muito sapo, de tanto a água bater na bunda, resolveu aprender a ler para ser alguém na vida. Não conseguiu ser nada, mas continua lendo.


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