Dor de cabeça

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Dia desses um cliente me abordou, com a seguinte pergunta: “Cláudio, meu computador tá travando… O que pode ser?”.  Ficou complicado responder. O computador travar pode ser um problema de placa-mãe, processador, memória, HD, placa de rede, placa de vídeo, placa de som, teclado, mouse, fonte, rede elétrica, sistema operacional, vírus e por aí vai… O computador travar é meio parecido com a gente ter dor de cabeça: tem uns trezentos e quarenta e sete motivos possíveis.

Dor de cabeçaNão bastassem os problemas de hardware (peças) ainda precisamos avaliar a possibilidade de o problema ser de software (programas). Enfim, com certa frequência, a detecção do problema não é tão simples assim. Ocasionalmente, inclusive, o problema pode até vir de fora: a rede, a internet, o site do fornecedor…

Não raro, a solução do problema acaba por colocar em conflito os vários profissionais envolvidos com o ambiente: o técnico, o programador, o provedor de internet. Às vezes rola um jogo de empurra entre a galera e o cliente – o cara que tá pagando todo mundo – fica sem solução. A integração entre as partes envolvidas é indispensável para uma solução rápida e indolor para os problemas, em especial os tecnológicos. O diálogo entre as partes é primordial. Não há como, simplesmente, alguém dos envolvidos dizer: “O problema não é comigo”. O problema sempre pode ser com qualquer um deles.

Praticamente empresa alguma provê todo o leque de soluções tecnológicas demandadas pelos clientes, mas isso pode ser sanado através das parcerias e indicações. Quando empresas são parceiras, o cliente se sente mais seguro e confortável, já que, a solução certamente virá, através do diálogo entre as partes, independentemente de quem é a responsabilidade da solução do problema.

ssa parceria no fornecimento de produtos e serviços se estende – e é importante e saudável – também entre outras variações de serviços tecnológicos: cabeamento, monitoramento por câmeras, alarme monitorado, telefonia. Não há como ser diferente: esses serviços são interdependentes e um não funciona sem o outro.

Quem já experimentou o jogo de empurra do “não é comigo” sabe o quanto é importante distribuir seus serviços entre empresas parceiras, que conversem entre si. Então, vai um conselho aí: aceite indicações e evite dores de cabeça.


Sobre o Autor

Cláudio Luís Resende
Cláudio Luís Resende

Cláudio atua na área há trinta anos, é proprietário da Astec Informática e professor no SENAC.

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